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As ale

São várias as classificações que se podem escolher para diferenciar os diferentes tipos de cervejas. Há quem prefira classificá-las pelo tipo de fermentação, sendo que, deste modo, se formam dois grandes grupos: as Ale (cervejas de alta fermentação ou fermentação no alto) e as Lager (cervejas de baixa fermentação). É claro que dentro de cada um destes grupos há muitos subgrupos, havendo mesmo algumas cervejas que não se encaixam bem quer num, quer noutro grupo.

Outros itens que permitem classificar as cervejas podem ser: a sua cor (clara ou escura); o teor alcoólico (sem álcool, de baixo, médio ou alto teor alcoólico); ou ainda o teor do extrato primitivo, sendo que neste caso as podemos dividir em fracas, normais, extras e fortes.

Por ser a mais difundida e por nos parecer a mais correcta, adoptaremos a divisão que habitualmente é feita tendo por base o processo de fermentação. Assim sendo, falaremos das Ale, das Lager e criaremos um terceiro e quarto grupos a que chamaremos de Cervejas Especiais e Cervejas Excêntricas. Estas últimas podem-se enquadrar em qualquer uma das anteriores categorias, mas preferimos separá-las por possuírem características específicas como, por exemplo, um fermento exclusivo ou serem produzidas numa altura específica do ano, entre outras pequenas grandes diferenças. Não abrangendo todos os estilos possíveis, este diagrama dá uma boa ideia da divisão que aqui referimos.

Comecemos pois pelas cervejas do tipo Ale. Como referimos, o que difere basicamente uma cerveja Ale de uma Lager é o processo de fermentação – alta na Ale e baixa, na Lager. No caso das Ale, a fermentação dá-se num ambiente de temperatura relativamente alta, entre 15º a 24º ou mesmo mais, e isto num período de tempo curto, que rondará os três a cinco dias. Na fase de alta fermentação a  levedura sobe à superfície, sendo que o tipo de levedura utilizada é a Saccharomyces cerevisiae. Este processo é o mais antigo, daí que as cervejas do tipo Ale fossem as únicas disponíveis até meados do século XIX, altura em que foi inventada a baixa fermentação.

Este processo de alta fermentação ou fermentação a quente, realça os sabores mais complexos, frutados e lupulados da cerveja. São pois, em geral, cervejas mais encorpadas e vigorosas sendo que, apesar disso, podem variar muito de uma marca para outra, com características que vão desde o doce ao amargo e das claras às escuras.

Pelo que atrás ficou dito, não é de estranhar que dentro das Ale surjam muitas variações das quais podemos destacar: as Barley Wine; as Bitter; as Blonde Ale; as Brown Ale; as Indian Pale Ale; as Mild Ale; as Pale Ale; as Porter; as Scottish Ale e as Strong Ale. Outros tipos existirão mas estes são os mais comuns e os mais consumidos.

De um modo mais específico, podemos pois considerar os seguintes tipos (clique nas imagens se quiser ver as fotos em tamanho maior):

Altbier - Uma especialidade de Dusseldorf, a Altbier é uma cerveja de cor castanha, habitualmente oriunda da Alemanha. Sabendo que "alt" significa literalmente velho em alemão, esta designação aplica-se-lhe devido à capacidade que esta cerveja tem para envelhecer durante mais tempo do que seria normal para outros estilos. É uma cerveja bem balanceada e delicada, com boa presença de frutas e grande equilíbrio entre malte e lúpulo e uma presença mediana de gás. A Sticke é uma versão mais forte das Altbier, com maior presença de malte e lúpulo. A experimentar: Schlosser Alt; Uerige Doppel Sticke; Widmer Brothers Winternacht.

Amber Ale - Sendo esta uma designação muito genérica, as Amber Ale podem variar desde produtos sem grande interesse e caramelizados, a cervejas como uma boa quantidade e balanço entre malte e lúpulo. Habitualmente, a diferença entre uma Amber Ale de qualidade e uma Ameriacan Pale reside no facto da primeira poder ter um carácter mais escuro devido ao malte utilizado, tendo em contrapartida menos lúpulo. A experimentar: Mac and Jacks African Amber Ale; New Belgium Fat Tire; Troegs HopBack Amber Ale.

American Pale Ale - As American Pale Ale são cervejas claras, que vão desde o amarelo dourado até à cor de cobre. O estilo desta cerveja é definido pelo lúpulo de origem americana que nela é usado, transmitindo este, em geral, um forte aroma à cerveja bem como uma relativa acidez. Esta é uma excelente cerveja para acompanhar refeições ligeiras como pizzas e hambúrgueres, bem como sushi e saladas. A experimentar: Three Floyds Alpha King; Flying Dog Doggie Style Classic Pale Ale; DuClaw Venom Pale Ale.

American Strong Ale - Este é um estilo muito abrangente, que engloba uma grande quantidade de cervejas fortes com volume alcoólico superior a 7% e oriundas dos EUA. Muitas delas são parecidas com as English Strong Ale, apesar de, habitualmente, possuirem um maior teor de lúpulo. Independentemente das suas origens e das suas características, são no seu todo cervejas fortes, com grande presença de malte, lúpulo e, obviamente, álcool. A experimentar: Oggis Hop Whompus; Stone Arrogant Bastard Ale; Bear Republic Hop Rod Rye Ale.

Baltic Porter - Durante o século XVIII, as Porters eram bem mais fortes do que o são hoje em dia, sendo que facilmente ultrapassavam os 7% de volume de álcool. Muitas cervejeiras inglesas faziam mesmo produtos mais fortes destinados à exportação, tendo como principal mercado os países em redor do Mar Báltico. Estas cervejas eram derivadas das Porter inglesas mas tinham também algumas influências das Russian Imperial Stouts, pelo que por vezes podem ser identificadas como Imperial Porters. É um estilo muito complexo,especialmente o sabor, com presença de chocolate e malte torrado, elaborado com lúpulo continental e malte de Viena ou de Munique. Apesar de tudo, é uma cerveja não muito pesada devido a uma boa presença de gás. A experimentar: Koff Porter; Baltika 6 Porter; Carnegie Porter.

Belgian Ale - Com raízes que remontam a meados do século XVIII, as Belgian Ale atingiram o seu estado de perfeição a seguir ao fim da 2ª Guerra Mundial. Actualmente são consideradas uma cerveja para todas as ocasiões, por oposição às Belgian Strong Ales, suas "parentes". Neste estilo nada deve ser muito pronunciado: o equilíbrio entre os diversos elementos é a chave do sucesso. Podem ir de um amarelo dourado até à cor de cobre, boa presença de frutas, malte e especiarias tanto no aroma como no sabor. Têm espuma branca, cremosa e não muito duradoura. A experimentar: Palm Speciale; Vieux-Temps; Ommegang Rare Vos.

Brown Ale - São cervejas com bastante sabor, forte presença de lúpulo e muito habituais em pequenas explorações ou mesmo em produções caseiras. São similares às American Pale e American Amber Ales, diferindo destas por terem uma componente mais forte de caramelo e chocolate, que servem para equilibrar o lúpulo e o final algo amargo. A cor varia entre um castanho-avermelhado a castanho escuro e a espuma deverá ser creme e não muito duradoura. Possui menos álcool que uma Porter e tem, em geral, um sabor complexo e bem balanceado. Acompanha bem sobremesas, carnes e queijos. A experimentar: Samuel Smith's Nut Brown Ale; AleSmith Nautical Nut Brown Ale; Scotch Irish Corporal Punishment.

Cream Ale - As Cream Ale são uma versão ale das lagers americanas e surgem para combater no mesmo mercado que estas. São de aspecto claro e límpido, de corpo leve, forte presença de gás e com pouca ou nenhuma sensação de lúpulo quer no aroma, quer no sabor, o que faz com que tenham uma acidez média a reduzida. Por vezes pode-se saborear milho, que é misturado pelas cervejeiras em detrimento do uso de malte ou lúpulo. A experimentar: Northern Cream Ale; Portsmouth Cream Ale; Wisconsin Whitetail Cream Ale.

English Pale Ale - O termo pale foi inicialmente usado para distinguir as cervejas deste tipo das Porter de Londres que eram mais fortes e escuras. De facto, as English Pale Ale clássicas não são muito claras, antes apresentando uma cor que varia entre o dourado e que pode ir até ao âmbar ou acobreado. A grande diferença deste estilo para as American Pale Ale será uma maior presença de malte no seu carácter, apesar das características amargas e secas do lúpulo também estarem presentes. São por isso excelentes para acompanhar qualquer tipo de prato de carne, desde bifes a pato, frango ou cabrito. Curiosamente, este estilo é, em termos de designação, practicamente inexistente para os ingleses pois para eles, uma English Pale Ale não passa de uma Bitter engarrafada. A sua origem deve ser procurada nos EUA, local onde este estilo tem muita procura e que, de certa forma, presta homenagem às Bitter inglesas, nomeadamente à mais conhecida: a Bass. A experimentar: Jamtlands Pilgrim; Smuttynose Shoals Pale Ale; Herslev Bryghus Pale Ale.

Golden/Blonde Ale - É um estilo muito genérico e com bastantes variantes. Uma das formas habituais será a tradicional Canadian Ale, muito parecida com a American Pale Ale, quer nas qualidades, quer principalmente nos defeitos: pouco malte e lúpulo, utilização de outros cereais menos nobres como arroz ou milho e um sabor e aroma muito neutrais. A interpretação britânica possui mais lúpulo e menos álcool que as congéneres norte-ameriacanas, pelo que são mais referscantes e amargas. São cervejas suaves, com bastante gás, espuma branca e corpo claro e límpido. A experimentar: Crouch Vale Brewers Gold Extra; Redhook Blonde Ale; Oakham Bishops Farewell.

Imperial/Double IPA - As Imperial India Pale Ale (IPA) ou Double IPA, são uma adição recente à paleta de estilos de cerveja. Essencialmente é uma versão "musculada" duma IPA normal e acredita-se que teve a sua origem no Festival de Cerveja de Oregon, nos EUA, em 1996, altura em que foi apresentada a Rogue IPA. O estilo demorou algum tempo a impôr-se mas com a entrada do novo milénio assistiu-se a uma explosão na sua popularidade, com a apresentação de dezenas de novos exemplares, muitos deles bastante apreciados pelos conhecedores de cerveja. É ligeiramente mais escura que uma IPA, devido ao uso de malte em maiores quantidades, isso se explicando pela necessidade de equilibrar a cerveja que possui, em geral, quantidades quase absurdas de lúpulo. Tal dá-lhe um carácter amargo e refrescante, factores que ajudam a encobrir o volume de álcool que pode variar entre os 7,5% e os 10%. Há exemplares que se designam por Extra IPA ou Extreme IPA. A experimentar: Three Floyds Dreadnaught Imperial IPA; Norrebro Bryghus North Bridge Extreme; Stone Ruination IPA.

India Pale Ale - Feita para sobreviver às longas viagens entre a Inglaterra e a Índia, as India Pale Ale têm uma forte componenete de lúpulo, essencial para conservar a cerveja durante o máximo de tempo que se conseguisse. Curiosamente, os exemplares americanos conseguem ter um sabor e aroma ainda mais pronunciados a lúpulo, fruto do gosto dos consumidores desse país. A cor das cervejas deste estilo varia entre o amarelo dourado e o acobreado, sendo que o sabor é bastante intenso e refrescante, indicadas portanto para refeições condimentadas como chili e vindaloo. Infelizmente, o termo IPA é cada vez mais utilizado indiscriminadamente, sendo possível encontrar versões com menos de 4% ABV, algo que não se coaduna com a história deste estilo. Diferenciam-se das English Pale Ale e das Bitters por terem um sabor final com mais lúpulo e menos caramelo e frutos. A experimentar: AleSmith IPA; Stone India Pale Ale; Two Hearted Ale.

Irish Red Ale - As ales vermelhas da Irlanda são cervejas suaves, equilibradas e leves. A um início adocicado, segue-se o sabor típico do malte e um fim com cereais torrados, o que lhe dá uma carácter seco. Estas características podem ser acentuadas e, em consequência, adulteradas se a cerveja for servida muito fria. A sua cor avermelhada é obtida através da junção de malte de cevada, sendo que por vezes se utiliza milho, arroz ou mesmo açucar para suavizar o produto final. A presença de gás não é elevada, bem como a do álcool: entre 4% e 6% ABV. Eventualmente poderá surgir um exmplar mais forte, mas esse será mesmo a excepção à regra. A experimentar: Boulevard Irish Ale; Kilkenny; Beamish Red Irish Ale.

Kolsch - A designação Kolsch está protegida por lei e é exclusiva de pouco mais de 20 cervejeiras localizadas à volta da cidade alemã de Colónia (Koln). Servidas num esguio copo chamado de Stange, estas cervejas têm como curiosidade o facto de não serem boas para passarem por um processo de armazenamento muito longo. O sabor delicado e frutado tende a oxidar com facilidade, pelo que se recomenda um consumo rápido após a compra. As regras que definem este estilo são muito precisas e muitas das marcas que se auto-designam como klschbiers não o são na realidade. Bastante efervescentes e frescas, são feitas a partir do melhor lúpulo alemão (dos géneros Hallertau, Tettnang, Spalt ou Hersbrucker) e de água bastante leve. A experimentar: Paffgen Kolsch; Pyramid Curve Ball Kolsch; Muhlen Kolsch.

Mild Ale - Ligeiramente maltada e com pouco sabor e aroma a lúpulo, daí vindo a expressão Mild, estas cervejas são castanho-escuras e possuem pouco gás bem como pouca espuma. É um estilo que começa a rarear e, mesmo em Inglaterra, só a encontrará com facilidade na região das Midlands, perto da cidade de Birmingham. A experimentar: Three Floyds Pride & Joy Mild Ale; Pitfield 1824 Mild Ale; Bank Top Dark Mild.

Milk/Sweet Stout - Este estilo de stout de origem inglesa, historicamente conhecido como Milk ou Cream, devido à utilização de lactose como adoçante, é de cor bastante escura, tendencialmente doce e possui um sabor com um toque a cereais torrados, o que faz com que se assemelhe a um expresso açucarado. Curiosamente, a designação Milk não é permitida em Inglaterra, apesar de ser corrente noutros países. É um estilo que produz uma espuma muito cremosa e duradoura, sendo que a presença de gás é baixa tal como o volume de álcool, que ronda os 4 a 6%. A experimentar: Lion Stout; Pelican Tsunami Stout; Guinness Foreign Extra Stout.

Northern English Brown Ale - As ales castanhas inglesas estão divididas em dois sub-estilos que se agrupam de acordo com considerações geográficas. Mais secas e com mais lúpulo do que as suas congéneres do sul, diferenciam-se também por terem um sabor mais a frutos secos e menos a caramelo. Têm cor âmbar escura a castanho-avermelhada, espuma pequena e pouco duradoura e sabor doce a malte e biscoitos. A experimentar: Newcastle Brown Ale; Goose Island Hex Nut Brown Ale; Samuel Smiths Nut Brown Ale.

Oatmeal Stout - Como muitas outras stouts, as Oatmeal também são originárias de Inglaterra. Variantes das Sweet Stout, diferem destas por serem menos doces e por darem mais importância à utilização de aveia em detrimento da lactose. De cor muito escura, sabor a malte torrado e aveia, corpo espesso devido ao uso deste último cereal e boa presença de gás, estas cervejas são bastante suaves e podem dar-nos a impressão que estamos a beber um chocolate quente ou mesmo um café com com natas açucaradas. A sua taxa de álcool varia entre os 4,2% e os 5.9% ABV. A experimentar: Broughton Scottish Oatmeal Stout; Anderson Valley Barney Flats Oatmeal Stout; St. Ambroise Oatmeal Stout.

Old Ale - Mais um tipo de ale tradicional inglesa que é assim designado por passar por um processo de envelhecimento após a primeira fermentação - um processo similar às porters clássicas. Têm também a característica de poderem ser guardadas algum tempo antes de se consumir. A presença de álcool e o carácter encorpado e complexo, faz com que sejam uma excelente companhia nas frias noites de Inverno. A experimentar: Theakston Old Peculier; Portland Benchmark Old Ale; Fish Tale Old Woody English Old Ale.

Scotch Ale - Apesar do nome, não irá encontrar muitos exemplares deste tipo de cerveja na Escócia. Caso procure nos Estados Unidos ou no Canadá terá, com certeza, mais sorte, apesar de aí as poder encontrar com a designação de Strong Scotch Ale ou Wee Heavy. Este estilo designa cervejas fortes, escuras, maltadas e que, usualmente, variam entre 6.5 a 8.5% ABV. Têm a particularidade de serem fermentadas a temperaturas mais baixas do que a maior parte das ales e, para além disso, possuem um carácter maltado e com pouca presença de lúpulo. Este facto faz com que sejam cervejas que não são aconselháveis para todo o tipo de refeições, apesar de as podermos beber como se de uma sobremesa se tratassem. O álcool têm, em geral, uma presença acentuada no sabor, o que ajuda a equilibrar um possível excesso de malte e de açucar. A experimentar: McEwan's Scotch Ale; Bitter End Whiskey Wee Heavy; Stoudts Scotch Style Ale.

Southern English Brown Ale - As Southern English ou "London-Style" são mais escuras e doces que as variantes do norte. Trata-se de um estilo quase em vias de extinção e que muitas vezes é confundido ou englobado noutros tipos de cerveja. O sabor é bastante complexo, característica dada pela forte presença de malte e de frutos, isto apesar do volume alcoólico ser relativamente baixo: entre 2,8 e 4,2% ABV. A experimentar: Mann's Original Brown Ale; Dark Star Over the Moon; Wychwood Hobgoblin.

Traditional Ale - É um estilo muito genérico, habitualmente utilizado para designar todos aqueles estilos antigos que cairam em desuso mas que devido a uma onda revivalista começam agora a aparecer nos bares e nas prateleiras dos supermercados. Dito isto, torna-se bastante difícil definir uma característica comum a todas as cervejas aqui englobadas. Representam, isso sim, um olhar saudoso ao passado e um renascer pelas antigas técnicas de produção de cerveja. A experimentar: Hair of The Dog Adam; Bière Darbyste; Jopen Koyt.

Wood-Aged Beer - Trata-se de um estilo tradicional, raramente utilizado pelas grandes empresas cervejeiras mas comum em pequenas explorações, onde é possível guardar a cerveja por longo tempo em barris de carvalho ou em cascos de outro tipo de madeira. Independentemente da cerveja base que seja utilizada, as características da madeira e, em caso de terem sido utilizados barris usados, da bebida que aí tenha estagiado, devem fazer-se sentir quer no aroma, quer no sabor. Este estilo é muito diversificado tendo em conta que se pode utilizar uma infinidade de cervejas base, sendo que a única faceta que as une é o envelhecimento em barris de madeira. A experimentar: Petrus Aged Pale; Dominion Oak Barrel Stout;  MacTarnahan's Oak Aged IPA.

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