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cervejarias já desaparecidas

Alpenbier - A Alpenbier deixou de produzir a sua própria cerveja durante o ano de 2007, permanecendo apenas como restaurante. Em seguida, transcreve-se o texto que tínhamos sobre a cervejaria, escrito em 2006: "Pequena fabricante de São Bento do Sul, a Alpenbier é um caso de sucesso pelas bandas de Joinville. Propriedade de Uwe Stortz, a cervejaria foi inaugurada em 1998 e desde então não tem parado de crescer e ganhar quota de mercado. Apesar disso, não há grandes planos para expansão da área de distribuição da cerveja já que, como diz o dono, "o charme está em não popularizar", defendendo que é a produção artesanal que garante a qualidade geral dos produtos. Além de disputar espaço no mercado regional com grandes fabricantes de chope, a pequena cervejaria de São Bento do Sul costuma também ousar nos métodos de produção, adicionando sabores à cerveja. Quem visitar a sede da choperia, poderá provar o chope com sabor a morango (misturado ao suco) e sabor a limão (com refrigerante de limão e uma rodela da fruta), para além da pilsen filtrada e não filtrada. A capacidade instalada, que é pouco superior a 10 mil litros por mês e a ausência de conservantes impedem que se produza um volume muito grande e para locais distantes da fábrica. É por tudo isto que, na Alpenbier, o termo microcervejaria é levado muito a sério."

Bebidas Leonardo Sell - Esta empresa centenária, com sede em Rancho Queimado - SC, começou, nos primeiros tempos, por produzir cerveja. Com o nome de Cervejaria Rio Branco, a companhia foi iniciada pelo filho de imigrantes Alfredo Sell, fabricando uma cerveja com o sugestivo nome de Tira-Prosa. Com as sobras da matéria-prima produziam ainda um refresco não alcoólico popularmente conhecido por Cerveja-Doce. A fábrica mantém, ainda hoje, uma gestão familiar mas já não produz cerveja, antes se dedicando aos refrigerantes, nomeadamente ao seu produto mais conhecido: o Guaraná Pureza (a antiga Cerveja-Doce...). De facto, a Tira-Prosa deixou de ser elaborada em 1954, depois de quase meio século de produção, fruto da forte concorrência então existente. Actualmente, a Leonardo Sell aposta nos refrigerantes, sejam eles com sabor de limão, uva ou morango.

Cerveja Cavalinho - Caetano Carmignani, natural de Luca, província de Monte Carlo, Itália, chegou ao Brasil em 1887, indo residir nas proximidades de Pirassununga - SP. Com o decorrer dos anos, resolveu criar uma fábrica de cerveja, tendo para isso adquirido um terreno, máquinas e outros equipamentos. Aí, começa a fabricar a cerveja preta Cavalinho assim como refrigerantes naturais. O patriarca da família viria a falecer em 1932, altura em que o controlo da cervejaria passou a pertencer aos filhos. A companhia, para além de cerveja, produzia também Gengi-Birra, Cotubaina e vários refrigerantes.

Cerveja Grintzler - A história desta cerveja teve origem em Pouso Alegre, decorria o ano de 1899. A pequena indústria, propriedade de Antônio Rigotti, um imigrante italiano, tinha um funcionamento bastante peculiar: todas as manhãs, o dono ia buscar água a um chafariz que havia atrás da Catedral. Com essa água pura e límpida, Rigotti produzia a cerveja Austríaca. Em 1914 e devido à 1ª Guerra Mundial, a empresa viu-se na contigência de alterar o nome da sua cerveja para Grintzler. Infelizmente a companhia viria a encerrar as suas actividades em 1918.

Cerveja Krulowa - O primeiro iratiense que tentou produzir e comercializar cerveja caseira em larga escala foi o engenheiro agrónomo José Luís Pabis, de 41 anos. Atento à aceitação que a bebida tinha na região, Pabis decidiu fazer um teste: tendo a sua mãe, Bronislava, de 68 anos, conseguido o terceiro lugar num concurso de cerveja caseira em 1995, pediu a ela que preparasse 200 litros e distribuiu-os por bares da BR-277, que passa perto de Irati. “Depois de três dias, o pessoal já tinha vendido tudo e estava pedindo mais”, conta. “Então, passámos a produzi-la nos fundos da casa.” Em 1997, a família conseguiu o registo do produto no Ministério da Agricultura e lançou oficialmente a marca Krulowa. Para evitar a concorrência da produção familiar em Irati, Pabis vendia a bebida em embalagens plásticas de um e dois litros para clientes de Curitiba, Guarapuava, União da Vitória e municípios próximos. “Enquanto a cerveja caseira era novidade ela foi uma febre, mas faltou divulgação”. Em 1999, com a explosão do consumo das tubaínas – refrigerantes de tutti fruti vendidos a R$ 0,70 a garrafa –, as vendas de cerveja caíram. O sucesso ficou também  comprometido, de acordo com o empresário, pelo aumento de preços, principalmente de produtos importados, como o lúpulo, depois da desvalorização do real. Por causa da crise, a empresa da família, que tinha capacidade para produzir 2.400 litros de cerveja caseira por dia e chegou a ter 12 funcionários, além dos parentes, suspendeu as suas actividades em 2000, mantendo-se a partir daí a um nível residual.

Cervejaria Atlântica - Fundada em 1901 por Arthur Iwersen, em Curitiba - PR, a Atlântica produzia uma cerveja clara e uma cerveja bock, que tinha um bode no rótulo e era indicada para períodos frios. A Brahma viria a adquirir as instalações desta cervejaria em 1942, criando aí a sua filial paranaense.

Cervejaria da Ponte - Em Palmeira - PR, o Sr. Germano Ristow, dono de um hotel e de várias carruagens de transporte, decide, em 1912, instalar a Cervejaria da Ponte. O nome derivava da ponte sobre o rio Monjolo que se localizava nas imediações. Na fábrica, a empresa produzia tanto cerveja preta como branca.

Cervejaria de Max Meyer/Cervejaria Brasil - Esta cervejaria estava situada no bairro do Lençol, antigamente chamado de Reichenberg. As suas origens remontam ao século XIX. Foi fundada no ano de 1884 por Joseph Endler, um imigrante austríaco, natural de Marienberg, na Boémia. Este estabelecimento manteve-se em actividade por vinte e quatro anos sob comando do seu fundador, até 1908, altura em que o mesmo viria a falecer. A sua viúva, Alvine Endler, não se interessou em continuar o negócio, de maneira que vendeu as instalações da cervejaria e a casa de negócios anexa e mudou-se para Joinville. O comprador foi Max Meyer, natural da Saxónia, do vilarejo de Crimmitschau. O novo proprietário dá seguimento aos negócios e moderniza parcialmente a fábrica de cervejas. Em 1922 Max Meyer também morre prematuramente, com 43 anos e os negócios são continuados pela viúva e pelo seu filho Luiz Meyer. Mais tarde, adoptam o nome de Cervejaria Brasil. Por volta de 1927, a produção de cerveja é encerrada definitivamente por parte da família Meyer. Prosseguem só com a casa de comércio até 1938, ano em que vendem toda a propriedade no Lençol e se transferem definitivamente para o bairro de Oxford, onde Luiz Meyer abre outro botequim. 

Cervejaria Feldmann/Kranapel - Criada por Heinrich Feldmann Sénior em 1898, a Cervejaria Feldmann, de Blumenau - SC, foi uma das precursoras da indústia cervejeira no Brasil, passando, desde cedo, a fabricar as cervejas Victória e Bock. Com a morte do fundador, o seu filho toma o controlo da empresa e muda o nome para Cervejaria Kranapel. Em 1960, a indústria limitou-se à produção de outras bebidas, deixando de lado aqueles que eram os seus principais produtos para, em 1978, encerrar de vez as suas actividades.

Cervejaria Guarany - A Cervejaria Guarany, de Campo Alegre, desempenhou um papel importante na história das cervejarias da região. Fundada por volta de 1923, por Adolph Friedrich, a cervejaria inicialmente não passava de uma instalação caseira. Mais tarde, já na década de 1930, construiu-se um prédio mais adequado para uma produção comercial, prédio esse que continua a existir. Trata-se da última edificação usada pelas antigas cervejarias que ainda não foi demolida. Naquele local existia uma fonte de água muito boa que brotava duma fenda na rocha e que se mostrou excelente para fabricação de cerveja. A Cervejaria Guarany produzia inicialmente só a cerveja preta Kuhlbach ou Porter. Com o falecimento de Adolph Friedrich, ocorrido em 1947, o negócio passou a ser conduzido por seu filho Ewaldo, que se associou a diferentes pessoas em diferentes épocas. Inicialmente, quem se associou a Ewaldo Friedrich na cervejaria foi Carlos Brandes. Este cidadão, mais tarde também prefeito da cidade, era gerente da fábrica de amido de milho Lorenz & Cia., de Timbó, empresa que montou uma filial em Campo Alegre junto à cascata do rio Turvo, onde construíram uma pequena hidroeléctrica para fornecer energia ao empreendimento. Mais tarde admitiram na sociedade da cervejaria Arnaldo Duvoisin e Ernesto Friedrich, este último irmão de Ewaldo. Nesse tempo, toda a produção de cervejas e refrigerantes era feitas por Ewaldo Friedrich e um único funcionário, o seu futuro genro Eugen Bartsch. Isso incluía lavar garrafas, produzir cerveja e refrigerantes, engarrafar, rotular as garrafas, carregar camiões e, às vezes, fazer entregas nos bares e restaurantes da região. Ernesto Friedrich, que era proprietário de um grande moinho de cereais movido a água, nas margens do rio Turvo, centro de Campo Alegre, retira-se da sociedade após um curto período, vendendo os seus interesses na firma a Atanagildo Schmidt, que actua na comercialização de erva-mate. Passado algum tempo, Carlos Brandes também se afasta e acaba por vender a sua participação na Cervejaria Guarany a Otto Zschörper, de São Bento, no início da década de 1950. Um pouco mais tarde, por volta de 1955, muda-se a razão social para Cervejaria Serrana Ltda., adoptando o nome de outra antiga cervejaria de Campo Alegre, que já tinha fechado há muito (na foto). Modernizaram um pouco a produção e passaram a produzir três tipos de cervejas: Serrana-Pilsen, Soberana Kulmbach e Malzbier, além de gasosas de gengibre e guaraná "espumante". Com o andar dos anos, as relações entre os sócios Friedrich e Zschörper passam por sobressaltos e a empresa entra gradativamente em dificuldades. No início da década de 1960, a cervejaria descontinua a sua produção própria, que nos últimos tempos era só da cerveja preta Soberana-Kulmbach, passando então a distribuir produtos Brahma. Ainda produziam gasosa e engarrafavam aguardente de cana. Com a situação financeira da empresa piorando rapidamente, Zschöerper contrata Lauro Lepeck em São Bento, que passa a ser o seu homem de confiança na firma afiliada, em Campo Alegre. Atanagildo Schmidt e Arnaldo Duvoisin vendem as suas quotas aos Zschöerper mas Ewaldo Friedrich não queria essa solução para si e recusava-se a vender. A solução que se encontrou foi introduzir um agente estranho no negócio para o qual Friedrich concordou em vender a sua parte: Alfredo Müller, morador em São Bento do Sul. Parece que foi financiado por Otto Zschörper para que pudesse concretizar a transacção. Surge, por essa época, em Campo Alegre, uma outra personagem que se introduz na sociedade comercial alardeando que possuía recursos para sanar financeiramente a empresa. O seu nome era Saint-Claire Abel Fontoura Leite. A intervenção desse cidadão foi um desastre completo pois tomou algumas péssimas atitudes administrativas endividando a empresa ainda mais, empurrando-a definitivamente para a insolvência. A firma agora com o nome mudado para “Bebidas Campo Alegre Ltda.” estava a ponto de ser leiloada em 1968, quando Zschorper fez uma proposta a Lauro Lepeck: este assumiria as dívidas e se conseguisse levantá-las, coisa que parecia difícil, ficaria com o negócio, o prédio e a casa anexa. Este aceitou o desafio e acabou por ter sucesso. Conseguiu sanar as dívidas e continuou a distribuir os produtos da Brahma em Campo Alegre por 25 anos ainda, até 1993, quando se transformou num atacado de bebidas, que distribuía produtos de vários fabricantes como Brahma, Skol, Antárctica, Schincariol, etc. negócio que encerrou finalmente em 1998. Dessa forma, a empresa sucessora das antigas Cervejarias Guarany e Serrana, de Campo Alegre, foi a última a encerrar suas actividades na região.

Cervejaria Leonardelli - A Leonardelli era uma cervejaria localizada em Caxias do Sul - RS, que produzia as cervejas marca Pérola (nas versões Chopp, Preta, Malzbier, Malta e Extra) e Nanica (cerveja preta). A Cervejaria Leonardelli acabaria por ser adquirida pela Indústria de Bebidas Antarctica-Polar, S.A. que, alguns anos após essa aquisição e numa óptica de redução de custos, resolveu fechar as portas da sua fábrica em Caxias do Sul. O meu obrigado ao Leonardo Saibel pelas fotos e chamada de atenção para esta cervejaria (Última actualização: 28/02/2008).

Cervejaria Polka - A Polka foi criada por Victor Ruschel, em Feliz - RS, corria o ano de 1959. A sua fama provem mais do festival que o seu fundador promoveu do que da própria produção da cervejaria. De facto, a primeira edição do Festival do Chope foi realizada a 20 de Abril de 1968, inspirada na popular Oktoberfest de Munique – Alemanha. Ruschel havia feito uma viagem ao país dos seus antepassados no ano anterior e voltou ao Brasil decidido a promover uma festa nos mesmos moldes na cidade de Feliz. Inicialmente, a Cervejaria Polka era designada por Cervejaria Ruschel, passando, a posteriori, a ser a Serramalte e, por último, parte do grupo Antarctica.

Cervejaria Schossland & Hosang/Cervejaria Nacional-Otto Hosang - O fundador da primeira cervejaria, como também da maior, de Blumenau, foi Heinrich Hosang. Natural de Brunswick (Alemanha), veio para o bairro de Garcia em 1858, abrindo logo a pequena indústria, numa época em que Blumenau não alcançava 1000 habitantes. A fábrica prosperou, visto que a maioria dos moradores era de origem alemã e grandes apreciadores da cerveja. O fundador esteve à frente da indústria até 1888, quando faleceu com 60 anos de idade. A viúva assumiu a fábrica, auxiliada pelo filho Otto, mantendo-a próspera até 1898, quando o filho Francisco e o genro Hermann Schossland, associados, assumiram a cervejaria que passou a chamar-se Schossland & Hosang. Em 1906, Hermann deixa a sociedade e Francisco assume a responsabilidade social sozinho. Nesse mesmo ano, seu irmão Otto, que tinha regressado recentemente da Alemanha, onde fora estudar, tenta a implementação de uma subsidiária da cervejaria em Itajaí - SC e posteriormente, oficialmente associado ao irmão, transfere a Cervejaria, com o nome de Cervejaria Nacional - Otto Hosang, para Aquidaban (antigo distrito de Blumenau e actual município de Apiúna). Infelizmente, a Cervejaria Nacional deixa de funcionar em 1923, por motivo de doença de Francisco Hosang e por Otto já estar a exercer a função de agente do correio em Taió, sendo vendido todo o acervo, material e maquinaria, à firma Bock de Nova Breslau (actual Presidente Getúlio).

Cervejaria Serrana - A história da Serrana iniciou-se por volta de 1915, quando João Barbieux e Cia. compraram a pequena cervejaria artesanal de João Corá e a transformaram na Cervejaria Serrana. Logo após a 1ª Guerra Mundial, João Barbieux enviou o seu filho, Walter, à Alemanha, para realizar o curso de “Químico Cervejeiro”. Em 1925, Walter regressou a Passo Fundo, assumiu a cervejaria e reformulou-a por completo. Com isso, a produção passou a ser em larga escala e a cervejaria tornou-se responsável pelo abastecimento da região da Serra até Santa Maria.

Segundo a viúva do proprietário da antiga Cervejaria Serrana, Leofrida Barbieux, após a chegada de uma enorme caldeira que servia para gerar energia para a fábrica, as casas de todos os empregados que moravam nos arredores também foram iluminadas. Vários funcionários moravam próximos da cervejaria, o que acabou por formar uma comunidade mantida através dela, afirma. A chaminé da fábrica, referência preservada até hoje, emitia o apito que despertava a cidade a cada novo amanhecer e ao final de mais um dia cumprido. E assim foi até 1975, quando a Cervejaria Serrana foi vendida para a Brahma. Muitos factos vieram modificar a estrutura da cidade, nomeadamente com a chegada da indústria, afirma Udo Goecks, que trabalhou na Brahma de 1975 até ao seu encerramento, em 21 de Abril de 1997.

Cervejaria Sul-Riograndense - Fundada pelo Capitão Leopoldo Haerthel na zona do porto em Pelotas - RS, a Cervejaria Rio-Grandense produzia, durante a década de 20 do século passado, as cervejas Peru, Moreninha, São Luís, Preta e Commercial, chegando a ultrapassar a marca das 16 mil garrafas diárias. O crescimento da empresa aguçou o apetite a grandes indústrias cervejeiras, como foi o caso da Brahma, que a comprou em 1944.

Cervejaria Zschoerper - A família Zschöerper tem um envolvimento bastante antigo com as cervejarias históricas de São Bento do Sul. O pioneiro foi Paul Zschöerper, imigrante que chega ao Brasil no ano de 1883, natural de Wigensdorf, no condado de Chemnitz, na Saxónia, Prússia. A cervejaria Zschöerper foi fundada em 1898 por Paul Zschöerper, que já tinha participado, como sócio, de Bruno Ryssel, numa outra iniciativa no ramo, entre 1886 e 1888. Antes ainda, por volta de 1885, tinha sido funcionário na cervejaria do Capitão Adolph von Altrock, que ostentava o bonito nome de ‘zum Waldschlößchen’ (ao castelinho da floresta). O Capitão von Altrock era tido como o melhor cervejeiro dos tempos antigos de São Bento. Em 1898 Paul Zschöerper estabelece sua própria cervejaria no centro da vila, actual Avenida Nereu Ramos, próximo do Edifício Bavária. Um dos filhos de Paul Zschörper, de nome Otto, passa a participar no negócio nos anos seguintes e assume definitivamente a gerência da firma por ocasião da morte do patriarca, que ocorreu em 1909. Na década de 20 adoptam o nome de Cervejaria Cruzeiro do Sul. Em 1936, ante a concorrência cada vez maior das cervejas de fora da cidade, vindas de grandes centros como Curitiba, Joinville, mesmo São Paulo e Rio de Janeiro, a firma Zschöerper promoveu uma reformulação geral da sua produção. O lançamento das novas marcas de cerveja “Cometa, “Porter” (nova fórmula) e “Especial” ocorreu com bastante alarde numa grande festa de casamento de Otto Rössler com Amanda Telma. Ali, foram servidas as primeiras rodadas do que diziam “ein Sonderbier vom Zschörper” (uma cerveja especial da Zschöerper). Mais tarde, na década seguinte, seriam lançadas as marcas “Princesa” e “Estrela” que ainda hoje estão na memória de algumas pessoas. A fabricação de cervejas por parte da família Zschöerper continuou até a década de 1950, quando passaram a dedicar-se à distribuição dos produtos da Cia. Cervejaria Brahma, descontinuando a produção própria de bebidas. Não existe um registo histórico definitivo estabelecendo exactamente o ano em que pararam com a fabricação de cervejas. Seria a última cervejaria dos tempos antigos a encerrar as suas actividade em São Bento do Sul. Como distribuidora Brahma, a firma Zschoerper funcionou até 1982.

Chopp Emmery - As Emmery eram fabricadas em Jacarepaguá, numa cervejaria de nome KATIPANO Indústria e Comércio de Bebidas Ltda., onde funcionava também a empresa de consultoria Brewtech Serviços Ltda. As cervejas foram desenvolvida pelos sócios das extintas empresas Brewtech e da KATIPANO: André Nothaft e Kátia Jorge (Última actualização: 18/02/2008).

Fábrica de Cerveja de Lucindo Manoel de Brum - Funcionou durante a década de 1820 na Rua Gomes Jardim, 135, em Piratini-RS. O prédio da fábrica, tombado pela Lei Municipal n° 10/1955 e 767/1984, hoje pertence a Roque Amaral. A construção é de origem açoriana e pertencia aos Brum da Ilha da Terceira, do proprietário Lucindo Manoel de Brum. Além do valor histórico, actualmente abriga um conjunto de lojas.

Obs: Algumas das imagens contidas nesta História do Brasil, pertencem aos excelentes sites Latinhas do Bob, Ricardo Antunes da Costa e Quintella's Beer Collection, os quais aconselhamos vivamente que visitem!

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